Pela primeira vez, a judicialização da saúde suplementar superou o registrado contra o SUS.
Segundo dados do CNJ, no primeiro semestre de 2026, foram 181 mil processos envolvendo operadoras, contra 164 mil relacionados ao sistema público. Uma diferença de 10,4%, movida principalmente por negativas de cobertura, demora no atendimento e reajustes de mensalidades.
O cenário reforça a importância de acompanhar de perto os conflitos entre beneficiários, operadoras e prestadores e os impactos jurídicos desse movimento.
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Fonte: Jornal Contábil


