Especialista explica impacto do fim da escala 6×1 em setores intensivos em mão de obra

O fim da escala 6×1 ganhou mais um capítulo importante no Senado. A aprovação da PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que prevê a redução da jornada sem corte de salários, foi acompanhada de perto por representantes dos metalúrgicos do Grande ABC, que agora defendem a votação da proposta no plenário.

Em entrevista para o Diário do Grande ABC, Gilson de Souza Silva, sócio da área trabalhista do CNF Advogados, explica que em setores intensivos em mão de obra, como comércio, serviços e indústria de transformação, haverá necessidade imediata de pagamento de horas extras ou contratação de pessoal substituto para cobrir a lacuna de quatro horas por colaborador.

“Como a maior parte das empresas não possui margem operacional suficiente para absorver essa elevação sem repasse, o movimento gera forte pressão inflacionária imediata, atingindo sobretudo o setor de serviços, no qual a folha de pagamento representa o principal custo”, ressalta.

Confira a entrevista completa no link.