A coparticipação em planos de saúde empresariais está cada vez mais presente, mas ainda não há limites claros para os valores cobrados dos beneficiários.
Diante desse cenário, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estuda revisar a regulamentação vigente desde 1998, com possíveis medidas para evitar cobranças excessivas e preservar o acesso aos tratamentos.
Para empresas e operadoras, acompanhar essa discussão é fundamental, já que eventuais mudanças podem impactar a gestão dos benefícios corporativos, os custos assistenciais e as relações contratuais.
Fonte: CQCS


