Diante da divulgação recente do Ministério do Trabalho e Emprego de que há, pelo menos, R$ 10,1 bilhões no FGTS em valores não debitados a trabalhadores no País, Gilson de Souza Silva, sócio da área Trabalhista do CNF Advogados, orienta o trabalhador a verificar se os depósitos estão sendo feitos corretamente e alerta os empregadores inadimplentes sobre as sanções que podem ser aplicadas.
Confira um trecho da entrevista publicada no portal Correio da Manhã:
“Sem o Certificado de Regularidade do FGTS, a empresa não pode participar de licitações, obter financiamentos ou firmar contratos com o Poder Público. É um passivo que compromete a imagem e a operação do negócio”.
Confira a entrevista completa no link!


