Riscos ocupacionais da ergonomia digital

Em 2025, LER/DORT responderam por 42% dos afastamentos, enquanto as licenças por transtornos mentais e psicossociais cresceram 15%. Nesse cenário, ergonomia digital e PGR via NR-1 ganham relevância, com medidas como pausas ativas, limites ao monitoramento e regras claras sobre jornada, suporte ergonômico e direito à desconexão.

Em entrevista para a Revista Cipa & Incêndio, Gilson de Souza Silva, sócio da área trabalhista do CNF Advogados, comenta o desafio das empresas diante dos riscos ocupacionais da ergonomia digital e esclarece a visão da legislação e da jurisprudência diante desses fatores.

“As empresas têm, pela frente, um grande trabalho para mitigar denúncias e ações trabalhistas, por meio de projetos que tratem de temas como limites de jornada e desconexão, respeito à intimidade e a Lei Geral de Proteção de Dados, formalização e equipamentos, saúde e ergonomia”, destaca.

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