Em entrevista publicada nos veículos Migalhas e Diário PCD, Gilson de Souza Silva, sócio da área Trabalhista do CNF Advogados, explica como as empresas podem adotar medidas eficazes para evitar passivos trabalhistas no cumprimento da lei de cotas para pessoas com deficiência, diante de recente decisão do TST.
“Registrar os esforços de recrutamento, anúncios de vagas e contatos com entidades especializadas são práticas essenciais para que a empresa demonstre sua boa-fé em uma eventual fiscalização ou ação judicial”, destaca.
Confira: